terça-feira, 22 de março de 2011

É neste campo de flores mortas
sonhos perdidos e homens vazios
de bocas fartas


Deuses de argila rompendo mil
portas
braços erguidos empunhando
lençóis
guerreiros vencidos brindando prazer


meninos feridos  mestres do não ser
amantes chegando de uma cama
qualquer trazendo nas mãos um
punhado de nada para cada mulher

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