É neste campo de flores mortas
sonhos perdidos e homens vazios
de bocas fartas
Deuses de argila rompendo mil
portas
braços erguidos empunhando
lençóis
guerreiros vencidos brindando prazer
meninos feridos mestres do não ser
amantes chegando de uma cama
qualquer trazendo nas mãos um
punhado de nada para cada mulher
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