quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Quero sentir
o deslizar de minha mãos em teu corpo
quero sentir
teu beijo, tua voz em meu ouvido
me falando coisas
quero que você olhe em meus olhos e
enxergue meu amor que tenho dentro de mim
não é fácil pensar em você todas as
noites e não te ver, olhar para o lado e não
ver  nada...
 enquanto isso penso no amanha se poderei
te ter
é ilusão...
o que fazer ?
me conformar ?
sem você não quero viver
pois tu és meu amor, minha paixão,
meu ar minha vida
Estou escondido na escuridão
eu me perdi em anos despedaçados
eu descobri que não posso recomeçar
completamente no meio distante e próximo
como as elegias relacionadas alem da recordação
eu me perdi em muitas memorias
e outra vez eu tropecei vendo uma sombra mística
eu sinto minha repressão
eu não posso ir alem
e outra vez estou caindo pra traz
amanha eu estarei aqui outra vez
um silencio mutuo de um silencio negro
eu não posso ir alem estou cansado de lágrimas
e de sorrisos ou o que pode vir daqui por diante
estou cansado dos dias e das horas , desejos , sonhos
e dores embora me façam pensar em você.
Quero me libertar, ser livre
mas a tristeza que me consome impede


O tempo não para e o silencio
ensurdecedor continua


Lágrimas de esperança
já não mais adiantam


O ódio toma conta
de mim agora ...


o tempo passou
e nada consegui
minha vida perdi
enfim morri

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Eu estava sozinho em meu quarto
Inventando meu mundo, longe de tudo
mas nem estava perdido, tinha o que queria
Criava sonhos, demonios,a melancolia
Tinha minha morte, minha poesia
Estava feliz por estar triste
Acreditando em tudo que não existe
Um amor inventado, meu amigo diabo
Criava o pecado e o sagrado
Mas agora estou perdido
No mundo verdadeiro, de pessoas falsas
Ainda sozinho, sigo fugindo
Das coisas reais, pessoas normais
Que acreditam em sagrados mitos
E não acreditam nas verdades que minto
Dizem que sou diferente, sou doente
Então me escondo na minha loucura
Um eterna noite escura
Onde vejo as estrelas de perto
E tento voltar pro meu mundo
Meus demonios
Meu bom inferno

sábado, 5 de junho de 2010

Eu sou a miséria
A temida decadência
sou a demência
O doente a podre bactéria


Sou o feio
Afiada tristeza,
Destruidora correnteza
paranóico receio


Chamo-me aberração
Cria da noite , degeneração...
amante sofredor


prazer, sou o nada
alma penada que
morreu de amor