sábado, 5 de junho de 2010

Eu sou a miséria
A temida decadência
sou a demência
O doente a podre bactéria


Sou o feio
Afiada tristeza,
Destruidora correnteza
paranóico receio


Chamo-me aberração
Cria da noite , degeneração...
amante sofredor


prazer, sou o nada
alma penada que
morreu de amor

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