Eu sou a miséria
A temida decadência
sou a demência
O doente a podre bactéria
Sou o feio
Afiada tristeza,
Destruidora correnteza
paranóico receio
Chamo-me aberração
Cria da noite , degeneração...
amante sofredor
prazer, sou o nada
alma penada que
morreu de amor
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